As palhetas do para-brisa são componentes essenciais para garantir visibilidade em dias de chuva, neblina e poeira. Mesmo sendo peças simples, ainda existem muitas dúvidas sobre durabilidade, troca e qualidade.
Entenda um pouco mais sobre os principais mitos e verdades sobre o tema.
Mitos e verdades sobre palhetas automotivas
1. Troca de palhetas
Mito:
Muita gente acredita que as palhetas só precisam ser trocadas quando param totalmente de funcionar, começam a fazer barulho ou deixam grandes faixas de água e manchas no vidro.
Verdade:
A perda de eficiência começa antes da falha total e já compromete a visibilidade. A troca deve ser preventiva, com avaliação periódica e substituição recomendada entre 6 e 12 meses, mesmo que o uso não seja intenso.
2. Todas as palhetas são iguais
Mito:
Existe a ideia de que qualquer palheta serve para qualquer veículo e que todas oferecem o mesmo desempenho.
Verdade:
Existem diferentes tecnologias e encaixes, como modelos convencionais e modelos específicos para determinados braços limpadores. A escolha correta deve levar em conta o tipo de conexão, o tamanho indicado e a qualidade das palhetas.
Para todos esses casos você pode contar com a Autoimpact: qualidade, inovação e diversos tamanhos e conexões atendendo desde carros de passeio até caminhões, tratores e máquinas da construção civil.
3. Trocar apenas uma palheta está errado
Mito:
Muitos motoristas acreditam que sempre é obrigatório trocar as duas palhetas ao mesmo tempo.
Verdade:
Veículos modernos costumam utilizar palhetas com tamanhos diferentes no lado do motorista e do passageiro. A substituição pode ser feita de forma unitária quando apenas uma está desgastada, desde que a outra esteja em boas condições.
A comercialização individual ganhou força com a adoção de palhetas assimétricas e se consolidou no Brasil a partir de 2011 com a atuação estratégica da Autoimpact nesse segmento.
4. Palheta mais cara sempre dura mais
Mito:
Preço elevado nem sempre significa maior durabilidade.
Verdade:
A vida útil está relacionada à qualidade da borracha, aos tratamentos aplicados e aos testes de resistência realizados. Palhetas com tecnologia mais avançada oferecem melhor desempenho e desgaste mais uniforme.
5. Instalar palheta é complicado
Mito:
Há quem pense que a instalação exige ferramentas ou conhecimento técnico avançado.
Verdade:
Grande parte dos modelos atuais possui sistema de encaixe simples e rápido. Quando o modelo correto é escolhido, a instalação pode ser feita com facilidade, sem necessidade de ferramentas específicas.
A Autoimpact investe em identificação simplificada e alta compatibilidade, facilitando o atendimento no ponto de venda e reduzindo erros na aplicação, além de vídeos didáticos para a instalação correta.

(Divulgação / Autoimpact)
Como saber se a palheta já passou da hora de ser substituída?
Alguns sinais indicam desgaste:
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Ruído excessivo durante o funcionamento;
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“Trepidação” ou salto no vidro;
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Faixas de água após a passagem;
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Borracha ressecada, torta ou rachada.
Fatores como exposição solar intensa, poluição e variações de temperatura aceleram o envelhecimento da borracha, mesmo sem uso frequente.
Por que escolher palhetas de qualidade faz diferença?
A função da palheta é remover água e impurezas de forma uniforme, sem danificar o para-brisa. Uma peça de baixa qualidade pode causar riscos no vidro, falhas na limpeza e desgaste precoce.
A Autoimpact está entre as maiores empresas do setor no Brasil, com quase 5 mil aplicações catalogadas e foco em tecnologia, durabilidade e excelente performance . A marca investe em inovação constante para oferecer soluções confiáveis ao mercado de reposição automotiva.
FAQ
Quando devo trocar as palhetas do para-brisa?
A recomendação é avaliar periodicamente e considerar a troca entre 6 e 12 meses, mesmo sem falhas aparentes.
Barulho no limpador significa que precisa trocar?
Na maioria dos casos, sim. O ruído indica desgaste ou ressecamento da borracha, comprometendo a eficiência, mas é importante também verificar se o para-brisa.

